Quatro Cidades para Visitar na Espanha

Turismo na Espanha

Espanha

Madri

Capital da Espanha, cidade ‘caliente’ que chega a registrar 44 graus no verão. Possui uma série de atrações como o imperdível  Museu do Prado, onde podemos ver de perto obras de Velasquéz e Góya. A Plaza Maior também merece uma visita, pode-se degustar uma excelente sangria ao ar livre saboreando uma paisagem que já foi cenário de sacrifício de cristãos e corrida de cavalheiros em outros séculos. Não deixe de ir ao  Palácio de Cristal, Palácio de Velasquéz (onde sempre tem uma excelente exposição) e ao Parque do Recanto. Madri é particularmente conhecida por sua culinária de excelente qualidade, não deixe de provar tudo! Desde “Paella”, feita com o “alçafran” legítimamente espanhol, tomar uma “Sidra” e “desanhunar” com porras e churros.

Os horários de Madri são diferentes de tudo a que você está acostumado. O comércio abre das 10 às 14 e das 17 às 20, com longo intervalo para a siesta, à exceção de algumas lojas. Se você for jantar antes das 9 da noite, vai estar sozinho. Só após as 10 é que o povo aparece. Mas é depois do jantar que começam as intermináveis noites de Madri.

Tenha a certeza de visitar a maior galeria de arte do mundo, o Museu do Prado, onde residem as obras do mundo inteiro destacando a cultura espanhola e Italiana dos séculos 15 a 19. Goya e Diego Velasquez estão tão bem representados que fará você sentar-se diante de seus quadros e apenas admirar por horas! Na saída você pode visitar o Parque do Retiro e o Jardim Botânico, lindíssimos e ficam  nas proximidades do museu.

Toledo

Toledo é uma simpática cidadezinha que fica próximo à Madri. Foi capital do Reino dos Visigodos, conquistada pelos árabes e depois transformou-se num importante centro Moorish. Em 1085 a cidade foi invadida e foi anexada ao Reino de Castilla, quendo se tornou capital. É uma cidade pequena, mas repleta de história, onde marcas dos povos que o invadiram estão por toda parte convivendo harmoniosamente. Em um dia pode-se conhecer todas suas atrações, mas não esqueça que é um passeio obrigatório!

Barcelona

Uma cidade que fica na região catalã ,onde a língua  se assemelha a uma mistura do castelhano e   francês. É uma das cidades mais agitadas da Espanha, conta com uma legião de turistas jovens de todas as partes do mundo passeado pelas calçadas de “La Rambla”. Ficou bastante conhecida sendo sede das Olimpíadas de 1992 , mas sua característica marcante é a assinatura do maravilho artista Gaudí em todas as partes da cidade,inclusive em seu cartão postal: A Igreja da Sagrada Família. Não deixe de visitar a Igreja de Barcelona, onde se pode entrar e conhecer os claustros da época da inquisição.

A noite de Barcelona é tão grande que não cabe na disposição do mais experimentado nos notívagos. Não é só uma questão de decorrer de horas – é uma sequência delirante de restaurantes, bares, dancings, shows, homens e mulheres. Para experimentar essa sensação, o garotão caprichou no banho, salpicou o corpo com perfume e vestiu a roupa da moda.

Confundir um barcelonense com um madrilenho é o caminho mais curto para entrar numa “fria” – o povo chega a detestar ver o nome Catalunha escrito com a grafia castelhana, Cataluña; o certo é Catalunya, com a grafia catalã. Faça um teste, pergunte a um barcelonense típico se ele é espanhol. Você tem nove chances entre dez de a resposta ser: “não (expressão séria, semblante cerrado), não, eu sou catalão (idiota)”. Ser catalão significa ser um trabalhador incansável (Barcelona é a cidade mais rica da Espanha, tem um dos portos mais importantes da Europa, bancos em profusão)   inventivo (o inventor do submarino, Marcis Monturiol, é de uma cidade vizinha, Figueiras, a mesma de Salvador Dalí), amante do teatro (o reverenciado Fura Del Bals é daqui), da boa música (esta é a terra do violoncelista Pablo Casals), da ópera (berço da soprano Monserrat Caballé e da pintura (Miró por nascença e Picasso por adoção).

Mas existe algo ou alguém que traduz para um turista o que é o espírito catalão com suas fantáticas obras arquitetônicas, pois a arquitetura é um dos maiores combustíveis do orgulho catalão. Principalmente a do inconfundível mestre Antoni Gaudí, o homem que é uma espécie de sinônimo de Barcelona. O próprio cartão-postal da cidade, a Catedral Sagrada Família, assinada por ele, é o melhor exemplo disso. É uma construção impressionante, para dizer o mínimo, uma vez que não há adjetivo que as descreva.

Madrí virou capital oficial em 1562, mas, orgulhosa como sempre, a Catalunha continuou autônoma até o século 18. Nessa época apoiou um austríaco, da poderosa dinastia dos Habsburgo, que pretendia ocupar o trono da Espanha. Em represália, todas as manifestações da cultura catalã foram reprimidas – a mesma coisa que ocorreu neste século durante a ditadura de Franco na Espanha. Não adiantou nada. Hoje, catalão é falado em todo o canto (a maioria dos moradores de Barcelona acha ridículo falar em castelhano), a cultura e os hábitos típicos são incentivados e os cardápios e as placas estão geralmente em catalão e em espanhol (nesta ordem).

Valência

Cidade á beira mar bastante graciosa e simpática, onde se pode visitar o imperdível Museu de Cerâmica, conhecendo a história da cerâmica que é marca registrada da cidade. Pode-se também conhecer o Museu de Touradas (esporte popular na localidade) e adentrar à “Plaza del Toros” que fica ao lado da principal estação ferroviária. Esta cidade é bastante tranquila e acolhedora, pertence a parte espanhola de Andalucia.

Não se esqueça de ir ao Palacio do Marqués de Lal Aguas e ao Museu de Bellas Artes, um dos melhores da cidade que contém obras de El Greco, Goya, Velazquez e alguns Impressionistas Valencianos. A Catedral é visita obrigatória, não deixe de subir à torre tendo uma vista magnífica da cidade.

Fonte: Revista Turismo

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Igreja Adere ao Débito Automático

Débito automático para os fiéis

Fiéis agora podem pagar o dízimo através de débito em conta

Não é por falta de criatividade que as igrejas deixarão de arrecadar dinheiro dos seus fiéis. Maior exemplo de inovação é o missionário R.R.Soares, líder da Igreja Internacional da Graça, que acaba de lançar uma nova modalidade de coleta de dízimo, por meio de débito automático em conta-corrente.

Segundo Soares divulgou em seu programa na Band, o membro da igreja poderá fazer suas doações mensalmente de forma mais prática. Para isso o fiel deve preencher um cadastro nos sites da igreja e passar seus dados bancários.

É o doador, afirma Soares, quem decide quanto quer doar. Quem se cadastrar, diz ele, ganha “um brinde de Jesus”, sem dizer o que é.

O missionário garante ainda que, se por acaso o doador não tiver saldo num determinado mês para dar o dízimo automático, ele não será debitado e “o fiel não será incluído no SPC ou no Serasa“. A doação mensal voltará a ser debitada no mês seguinte, sem acumular a que não foi paga.

Para criar o “dízimo em conta corrente”, a Igreja Internacional da Graça firmou parceria com Itaú, Banco do Brasil e Bradesco.

Além do dízimo automático, o pastor R.R.Soares também lançou o cartão de crédito da Igreja Internacional da Graça de Deus. Entre outras vantagens, o cartão permite pagar as compras “em até 40 dias, financiar no crédito rotativo e fazer saques de emergência no Brasil e exterior”.

Segundo a igreja, o cartão “é mais uma forma de você contribuir com as ações e obras sociais da igreja”. Além da Internacional da Graça, a Universal e a Mundial também aceitam o pagamento de dízimos e doações por meio de cartão de crédito e débito. As operações são legais.

Romildo Ribeiro Soares, 64, é cunhado de Edir Macedo (casado com a irmã de Macedo, Maria Magdalena) e co-fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. Deixou o parente por suposta divergência no final dos anos 70 e criou sua própria igreja em 1980.

Sua igreja tem negócios com várias emissoras, de quem compra horários, e também é proprietária de uma operadora de TV paga, cujos pacotes não oferecem nenhum canal que exiba cenas de violência, erotismo ou tenha linguajar chulo.

Fonte: Folha On Line

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Festa Junina

Quadrilha

Festa Junina

O calendário das festas populares tem no mês de junho um ciclo de muita expressividade. Músicas apropriadas, danças, comidas e rezas, enchem de cores o Ciclo das Festas Juninas. Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas, que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro. Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil.

As Festas Juninas são um dos mais fortes traços do folclore brasileiro. Com toda modernidade, com tanta “globalização”, as Festas Juninas, (de junho), uma tradição que começou na Europa, no século 6º, ainda resistem e fazem a alegria de muitos brasileiros de norte a sul deste país continente. No século 6º, o Vaticano transformou o 24 de junho numa comemoração cristã, festejando o nascimento de João, que batizou Cristo. No século 13, Portugal acrescentou mais duas datas festivas: o nascimento de Santo Antonio de Pádua e o dia da morte de São Pedro. No Brasil, as festas juninas foram trazidas pelos portugueses.

A tradição se mantém até hoje, em grandes cidades, em cidades do interior, nas fazendas e, sobretudo nas escolas.

Desde que os portugueses chegaram ao Brasil, comemoramos as Festas Juninas. Música, dança, fogueira, fogos de artifício e muita comida, animam nossas cidades. Os brasileiros começaram a comemorar as Festas Juninas graças aos jesuítas portugueses que trouxeram essa mania para cá, e logo os índios e os escravos aderiram a elas e as levaram para as ruas. Em 1808, com a chegada da família real portuguesa, a coisa sofisticou-se e tomou maior vulto. Na época, os casais bailavam trocando o par. A ralé, que observava as evoluções às escondidas, gostou do que viu e levou a contradança para as festas populares, onde ela passou a fazer sucesso em casamentos, batizados e, principalmente, em festas juninas.

Por outro lado, a herança portuguesa da nossa cultura atribui as festividades a três santos da Igreja Católica. O dia 13 homenageia Santo Antônio, dia 24, São João e 29, São Pedro. Dizem até que por São João ser o mais celebrado dos santos, as festas eram chamadas joaninas, o que teria dado origem ao nome festas juninas. O nome joanina teve origem, segundo alguns historiadores, nos países europeus católicos no século IV. Quando chegou ao Brasil foi modificado para junina. Trazida pelos portugueses, logo foi incorporada aos costumes dos povos indígenas e negros.

Existem várias explicações para origem das festividades. Uma defende a teoria de que tribos pagãs comemoravam o solstício de verão no Hemisfério Norte, ocorrido em 22 ou 23 de junho, dançando ao redor de uma fogueira. Além disso, havia os preparativos para a colheita e as celebrações da fertilidade da terra.

Independente de onde vieram e como surgiram as celebrações do mês de junho, este é o período em que as típicas festas do interior do país saem do campo e vêm para as cidades, e o país se converte em um grande arraial. Festa de São João que se preze tem caipira, quadrilha, baião, forró, casamento na roça, fogueira, balões, bandeirinhas e uma culinária característica repleta de pinhão, pamonha, canjica, bolo de fubá, pipoca e quentão.

No passado, o céu se enchia de balões e, à noite, era difícil contar as luzinhas lá em cima. Hoje, os balões são proibidos por causa dos incêndios, mas a tradição das fogueiras ainda ilumina as noites juninas e embeleza os festejos dedicados à Santo Antônio, São João e São Pedro que seguem até o fim deste mês.

O elemento chave das festas é a descontração e a alegria e cada região do Brasil apresenta suas particularidades.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, os participantes não aderem aos trajes caipiras e comemoram com o vestuário típico da região, como a bombacha, sob o ritmo do vanerão.

Já no nordeste, os ritmos que imperam são o forró, o baião e o xaxado.O Nordeste é a região do país onde há a maior concentração de cidades que se dedicam intensivamente aos festejos de São João. As mais conhecidas são Caruaru, em Pernambuco, Campina Grande, na Paraíba e Piritiba, na Bahia. O público destas festas dobrou nos últimos anos e elas passaram a receber em torno de 1,5 milhão de visitantes cada. O alvoroço começa no meio de maio e se estende durante todo o mês de junho.

Há muitos anos duas cidades do Nordeste brigam para promover a maior festa junina do Brasil: Caruaru, em Pernambuco, e Campina Grande, na Paraíba. Mas não estão sós. Na cidade satélite de Taguatinga,  próxima à Brasília, o Arraiá do Povo constitui-se na mais animada festa do Centro-Oeste. No Rio Grande do Sul, onde os “caipiras” vestem bombachas remendadas, a tradição está presente no Vale do Rio Pardo, onde os festeiros andam sobre as brasa da fogueira.

As festas juninas de Caruaru ficam concentradas no Pátio dos Eventos, e as de Campina Grande, no Parque do Povo. Embora, em grandiosidade, os festejos de Caruaru sejam menos imponentes do que os de Campina Grande, eles são mais intimistas e atraentes. Os organizadores fazem questão, por exemplo, de manter o mamolengo, um teatro de improviso, bandas de pífaros e emboladores.

Ao contrário do que acontece nas festas juninas do Sul e Sudeste, a turma que dança a quadrilha em Caruaru e Campina Grande veste-se de forma luxuosa e com muito bom gosto. Para que se tenha uma idéia do que isso significa, o comércio local de tecidos vende bem mais do que em época de Natal.

Caruaru é conhecida como a capital do forró. Segundo a prefeitura local, no mês de junho, é feito um grande investimento na cidade, que chega a R$ 2 milhões. O comércio, durante o período das festas juninas, cresce em média 60%, e os hotéis, bares e restaurantes aumentam seu faturamento em 80%. Sem falar na arrecadação de impostos, que cresce 40%. No ano passado, Caruaru recebeu mais de 1 milhão de
turistas.

Suas festas são as mais tradicionais. Tanto que Caruaru, em Pernambuco, criou uma cidade cenográfica (de mentirinha), chamada Vila do Forró, que é a réplica de uma cidade típica do sertão com casas coloridas, habitadas pela rainha do milho, pela rezadeira, pela rendeira, pela parteira personagens típicos dos lugares que comemoravam as primeiras Festas Juninas no Brasil. Ali há também correio, posto bancário, delegacia, igreja, restaurantes, teatro de mamulengo. Atores encenam nas ruas o cotidiano dos habitantes da região. O maior cuscuz do mundo, segundo o Livro Guinness de Recordes, é feito lá, numa cuscuzeira que mede 3,3 metros de altura e 1,5 metro de diâmetro e comporta 700 quilos de massa. A principal atração é o desfile de carros alegóricos, como os de carnaval, na véspera do dia
de São João.

Já Campina Grande construiu o Forródromo, onde milhões de pessoas comparecem todo ano para dançar os ritmos juninos, ver apresentações típicas, desfiles, além de apreciar as comidas caipiras e se divertir com muitas brincadeiras.Campina Grande é a maior cidade do interior do Nordeste, com 500 mil habitantes. No mês de junho, a cidade recebe, no Parque do Povo, todas as noites, cerca de 100 mil pessoas, que dançam até o dia amanhecer. Os cerca de 2 mil leitos da rede hoteleira da cidade ficam ocupados.

Fonte: Luna e Amigos

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Farol de Alexandria

farol de alexandria

Farol de Alexandria

O Farol de Alexandria é uma das sete maravilhas do mundo antigo. Foi construído para servir de referencial para os navegantes, na Ilha de Faros.

Para servir de entrada no porto e informar os navegantes da proximidade de terras, Ptolomeu mandou construir o Farol de Alexandria. Este tinha lugar na Ilha de Faros e, por causa do nome da ilha, todas as construções até hoje, com o mesmo objetivo, são chamadas de farol. O encarregado da construção, em 280 a.C., foi o arquiteto grego Sóstrato de Cnido.

Após finalizada a obra, a grandeza do farol chamou a atenção de todos. O Farol de Alexandria tinha cerca de 150 metros de altura, estabelecia-se sobre uma base quadrada, a qual era superada por uma torre octogonal de mármore. Acima dessa torre ficava o elemento fundamental para o farol, uma chama que ficava acesa constantemente. Havia ainda no topo do farol uma estátua de Poseidon, figura da mitologia grega responsável pelos mares.

O farol foi construído utilizando-se pedra de granito clara, com revestimento de mármore e calcário. Sua beleza clara era notável. Uma liga reforçada com chumbo derretido e uma forma arcaica de cimento, baseada na mistura de resina com calcário, uniam os blocos de pedra da construção. Na parte referente à chama, o ambiente era tomado por espelhos, e acredita-se que também chumbo, servindo para refletir a luz. O brilho da chama podia ser visto a 50 Km de distância.

A bela e gigantesca construção foi durante muito tempo a estrutura mais alta feita pelos homens. Entretanto, no século XIV, em 1375, um forte terremoto atingiu a ilha de Faros e destruiu o Farol de Alexandria. Mais tarde, em 1480, as pedras que restaram da construção original foram utilizadas na construção de um forte, edifício que permanece até hoje no lugar do Farol de Alexandria.

Em 1994, foram encontrados restos arqueológicos que compreendiam blocos de pedra e estátuas do farol por uma equipe de arqueólogos mergulhadores.

Fonte: InfoEscola

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Amy Winehouse recebe ultimato dos médicos.

Amy Winehouse bêbada

Amy Winehouse

A cantora Amy Winehouse recebeu um ultimato dos médicos que estão tratando de sua saúde em uma clínica de reabilitação no Reino Unido: “ou ela continua a beber e vai morrer ou toma vergonha na cara para largar o vício”, segundo informações do tabloide britânico The Sun.

Uma fonte disse ao jornal que os médicos estão jogando duro com a cantora porque esta pode ser sua última chance. “É uma triste realidade, mas ela tem que encarar”, informou a fonte. Não é a primeira vez que a cantora ouve palavras duras na clínica de reabilitação.

Em 2007 e 2009, ela também foi internada para lidar de seus problemas com o álcool. O pai da cantora, Mitch, e o namorado Reg Travis também ouviram a dura dos médicos, que também aconselharam a cantora a largar o vício.

A cantora foi para reabilitação para conseguir se manter limpa para uma série de shows que fará no verão europeu em alguns festivais. Na noite dessa segunda-feira (30), o cineasta Reg Travis não pôde contar com sua namorada na chegada ao tapete vermelho na estreia de seu novo filme Screwed.

Fonte: Site Terra

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Turismo em Paris

Paris

Paris

Em qualquer época do ano, Paris brilha e mantém seu status de cidade mais charmosa e elegante do mundo.
Capital da moda e da boa gastronomia, outrora palco de importantes revoluções culturais, Paris abriga em suas ruas estreitas, um conjunto arquitetônico fascinante, repleto de famosos cartões postais, museus, cafés, bistrôs, e gente elegante vinda de todos os cantos do planeta.

Torre Eiffel: Um dos monumentos mais visitados em todo o mundo, a Torre Eiffel é o principal cartão postal de Paris. Possui 324 metros de altura e foi erguida por Gustave Eiffel em 1889, como principal atração da Exposição Universal de Paris.

Notre Dame: a catedral de Notre Dame é um marco da peregrinação do mundo medieval desde o séc. XII. Em frente está a cripta que guarda as primeiras pedras de Paris, do tempo dos romanos.

Champs Elyseés: tendo como ponto de partida o Arco do Triunfo, um dos principais marcos da cidade de Paris, o Boulevard mais chique e caro da cidade, é uma avenida larga e movimentada, rodeada de edifícios históricos. No fim do ano, as luzes de Natal proporcionam um espetáculo a parte.

Museu do Louvre: é o mais famoso de Paris. Foi sede da Corte Francesa desde o Séc. XIII. Hoje abriga um acervo valiosíssimo de obras de arte de vários gêneros e épocas. Recentemente foi construída uma moderna pirâmide ao lado do prédio principal, que gerou uma grande polêmica entre os franceses.

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A Banda Mais Bonita da Cidade

Clip bem feito virou febre na internet

A Banda Mais Bonita da Cidade, cuja canção “Oração” se tornou sensação depois de ser postada no YouTube na última semana, já foi sondada por gravadoras. Os membros não entram em detalhes sobre as ofertas, mas garantem que se reuniram para decidir se continuam ou não em seus empregos oficiais, com o intuito de potencializar o grupo musical curitibano.

O clipe de “Oração” ultrapassou 2 milhões de visualizações em 6 dias. Foi rodado inteiramente em planos-sequência de áudio e imagem, numa casa de mais de 100 anos, da avó de uma das amigas do grupo, em Rio Negro, interior do Paraná. No mesmo fim de semana, eles ainda gravaram mais dois vídeos, mas foi “Oração” que pegou o público pelo ouvido.  “Aquilo foi uma coisa expontânea”, diz o baterista Bourscheidt. “Reunimos os amigos na casa da avó de uma das pessoas que aparecem no vídeo. A ideia era registrar um final de semana e a gente nem estava chamando de videoclipe.”

Pois se trata mesmo de um clipe viciante, cuja música mais parece um mantra, uma única estrofe repetida milhares de vezes, e que funciona maravilhosamente bem no universo criado, hipnotizando o ouvinte para repeti-la sem parar.

Vinicius Nisi (violão, teclado e piano infantil) contou, em entrevista para a MTV, que a captação de som foi toda feita em seis ilhas de áudio e 20 canais em vários computadores espalhados pela casa. “A gente levou todas as aparelhagens técnicas com a ideia mais ou menos pensada”, explicou. Toda a mixagem foi feita depois, em estúdio e com cuidado, e por isso levou três meses para colocar o vídeo no ar.

A banda curitibana foi fundada em 2009 e é composta de cinco integrantes: Uyara Torrente, Vinícius Nisi, Rodrigo Lemos, Diego Plaça e Luís Bourscheidt. No clipe, participam ainda mais um sem número de pessoas, construindo uma atmosfera de comunidade hippie, com um clima no estilo Sigur Rós, Belle and Sebastian, Acid House Kings, I’m from Barcelona e Beirut – este último, inspiração escancarada para o grupo, cujo clipe da música “Nantes” é parecidíssimo com “Oração”.

Depois de postado no YouTube, o crescimento foi espontâneo. “Quinta de manhã, quando acordei, vi que a coisa tinha tomado vida sozinha”, contou Bourscheidt. Agora, é preciso unir esforços para que A Banda Mais Bonita da Cidade, que já existe há dois anos, torne-se algo além de um hit momentâneo da internet.

Veja o vídeo Aqui

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